Weidmuller: Field Device Tool/Device Type Manager (FDT/DTM)

O FDT/DTM é um conceito que permite, através de redes de comunicação existentes, um acesso direto do sistema de engenharia ao dispositivo de campo. Em termos concretos, a tecnologia uniformiza a interligação de dispositivos habilitados para a comunicação de diferentes fabricantes, através de um programa abrangente de gestão de dispositivos. O sistema de gestão de dispositivos baseado em FDT (FDT frame) gere os drivers dos dispositivos de automação fornecidos pelo fabricante como DTM (Device Type Manager). O FDT/DTM está especificado para um grande número de sistemas de comunicação industriais, como PROFIBUS e PROFINET IO assim como HART e IO-Link. Desta forma, a tecnologia permite um acesso ao dispositivo através das topologias de rede existentes. A Weidmüller, nos seus produtos eletrónicos parametrizáveis aposta no FDT/DTM e oferece tanto um FDT frame próprio, o “WI-Manager“, como também DTMs para os seus dispositivos. Como membro do FDT Group, a Weidmüller participa atualmente no desenvolvimento dos “DTM Common Components“, que apoiam por completo a nova especificação FDT-2.0. O objetivo do projeto é, desde o inÃcio, a introdução de produtos FDT que se baseiam em componentes pré-testados, oferecendo assim uma elevada interoperabilidade conforme o FDT 2.0.
Para isso, a Weidmüller utiliza a nova especificação FDT na versão 2.0. Esta oferece ampliações na descrição de interfaces e de atributos, especialmente para gestão do ciclo de vida. Juntamente com a diretiva FDT “life cycle-Policy“, que descreve a aplicação prática de componentes baseados em FDT ao longo da vida útil de um equipamento, já pode ser implementada durante o desenvolvimento de firmware de dispositivos e Device-Type-Managers (DTM) uma estratégia de gestão de ciclo de vida. “Como parceiro dos nossos clientes, é para nós óbvio que nos preocupemos com os nossos produtos não só até ao fim do ciclo de vida’, mas sim até ao fim do tempo de vida útil”, reforçou Schade. “Quando um dispositivo tem de ser substituÃdo, mas já não existe o produto idêntico, através da nossa documentação e diretiva permitimos a migração sem problemas para novos produtos e sistemas – para uma eficiente gestão do ciclo de vida que está ponderada até ao fim.”
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