Science for Life: INEGI participa em encontro sobre ambiente, energia e saúde

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O ambiente, a energia e a saúde serão os temas protagonistas do encontro Science for Life, que conta com a participação do INEGI. A iniciativa promovida por Eduardo de Oliveira Fernandes, Professor Emérito da Universidade do Porto e ex-secretário de Estado, decorre nos dias 14 e 15 de novembro na Fundação Eng.º António de Almeida. A entrada é livre, mediante inscrição: www.inegi.up.pt/inscricao_science4life.asp (lotação limitada). A iniciativa Science for Life e o Programa de Professor Emérito da Universidade do Porto é cofinanciado pelos programas Norte 2020, Portugal 2020 e pelo Fundo de Desenvolvimento Regional.

Zenaida Mourão e Marta Gabriel, investigadoras do INEGI, integram o programa do 2.º dia do encontro. No painel “Como Garantir Ambientes Saudáveis” irão abordar a problemática dos ambientes interiores saudáveis nas casas, e apresentar os resultados obtidos no âmbito do Projeto HEBE – Saúde, Conforto e Energia no Ambiente Construído (NORTE-01-0145-FEDER-000010).

O encontro, cuja organização é apoiada pelo INEGI, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e Fundação Eng.º António de Almeida, insere-se no âmbito do programa de Professor Emérito de Eduardo de Oliveira Fernandes. Pretende oferecer uma visão global da investigação levada a cabo em torno da poluição atmosférica, qualidade do ar interior e impacto na saúde pública, e abrir a discussão ao público em geral. Para isso o encontro reúne mais de uma dezena de oradores nacionais e internacionais, distribuídos por vários painéis de discussão ao longo de 2 dias. Para Eduardo de Oliveira Fernandes, que durante a sua carreira se tem focado na problemática da energia e saúde no ambiente construído, “é altura de ponderar a condição do estudo e da gestão do complexo sistema do ambiente atmosférico urbano que inclui o espaço interior das nossas casas”. Seja no contexto urbano ou em ambiente construído, “há que avaliar a condição do ar que nos envolve [e os] seus efeitos na vida, vivida em mais de 90% do tempo em espaços interiores, fechados, mas não imunes à poluição química gasosa e particulada do exterior além da gerada no interior”, acrescenta.