A iluminação pública (IP), ao promover a segurança aos mais diversos níveis, nomeadamente a rodoviária, de pessoas ou bens, é hoje em dia um serviço essencial para o cidadão. Aos Municípios, através do seu relacionamento com a entidade distribuidora de energia, cabe a responsabilidade de assegurar que este serviço seja prestado ao máximo número de cidadãos e em condições técnicas adequadas. Esta responsabilidade é traduzida na avaliação do desempenho da IP, na detecção e comunicação de avarias e no pagamento da energia vendida pela entidade distribuidora de electricidade. Este último aspecto revela-se particularmente importante no contexto das finanças Autárquicas, já que representa um peso significativo nas despesas com energia eléctrica.
O consumo de energia eléctrica destinado à IP1 para Portugal, no ano de 2007, foi de 1.571.271.524 kWh o que representou 3,16 % dos consumos nacionais de energia eléctrica. Em 2007, Vila Nova de Gaia consumiu 34.881.190kWh (2,82 % dos consumos de energia eléctrica) nos sistemas de IP. Este consumo representou uma emissão superior a 16.390 toneladas de CO2 e um custo para a autarquia superior a € 3.000.000,00.
Na IP existem tecnologias e práticas de gestão que podem levar a grandes reduções de factura. Para tal, é necessário que a iluminação pública seja abrangida por um modelo de gestão que tenha em conta os avanços tecnológicos através da implementação de novas práticas de análise de projecto, de manutenção e de modernização dos equipamentos existentes.
Luis Castanheira
Energaia – Agência Municipal de Energia de Gaia
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