Mercados de carbono: e se poluir saísse caro?
Ao responsabilizar financeiramente os emissores e incentivar a descarbonização, esta medida promove a transição para
Ao responsabilizar financeiramente os emissores e incentivar a descarbonização, esta medida promove a transição para
Portugal possui uma vasta cobertura florestal, com mais de 35% do território nacional ocupado por florestas [1]. Neste contexto, os incêndios florestais representam uma ameaça significativa ao ecossistema, acarretando graves impactos económicos, ambientais e sociais.
O investimento em centrais fotovoltaicas no território nacional tem vindo a aumentar nos últimos anos, em linha com as metas assumidas no seio da União Europeia para o uso de fontes renováveis de energia.
Este artigo refere-se a um trabalho que está a ser desenvolvido no Centro da Biomassa para a Energia (CBE) no âmbito de um protocolo de colaboração com a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). É efetuada a consolidação da metodologia para análise da evolução das cotações da biomassa sólida mais representativa para a produção de energia, baseada numa recolha periódica de dados por tipologias de biomassa, de forma a verificar a dinâmica da formação da oferta no setor, no sentido de conferir maior transparência e funcionamento do respetivo mercado.
As tecnologias baseadas no silício cristalino dominam o mercado fotovoltaico atual. No entanto, o seu desenvolvimento está a aproximar-se lentamente do limite de eficiência esperado.
Considerando as políticas energéticas nacionais em vigor, e alinhado com as metas comunitárias, Portugal aposta na eficiência energética dos edifícios como uma prioridade para a recuperação económica alinhada com a transição climática, de acordo com os objetivos do Pacto Ecológico Europeu.
O projeto CAP Biomassa realizou ações de capitalização para promoção da melhoria da competitividade do tecido produtivo da biomassa na Galiza e no norte de Portugal, gerando assim oportunidades de negócio e emprego nas zonas rurais e no setor agroflorestal.