A Schneider Electric alcançou uma pontuação de 4,20 em 10 no seu plano de sustentabilidade Impact 2030, numa escala em que 10 representa a ambição definida para 2030. O resultado reflete a evolução de vários programas estratégicos, combinando os progressos realizados nas operações da própria empresa com os resultados obtidos junto de clientes, fornecedores e comunidades.
A estratégia está organizada em quatro pilares: eletrificar o mundo, reiventar a nossa indústria, desbloquear o potencial humano e capacitar as comunidades locais.
Eletrificar o mundo
No âmbito do primeiro pilar, a Schneider Electric continuou a trabalhar na redução das emissões associadas às suas próprias operações. No primeiro semestre, a empresa reduziu em 82% as emissões de CO₂ dos Âmbitos 1 e 2, face a 2017, enquanto as emissões de Âmbito 3 diminuíram 12% em comparação com 2021.
As soluções disponibilizadas pela Schneider Electric permitiram aos seus clientes poupar ou eletrificar 129,5 milhões de MWh. Estes esforços contribuíram para mais de 50 milhões de toneladas de emissões poupadas e evitadas pelos clientes durante o primeiro semestre, elevando o total acumulado para 913 milhões de toneladas desde 2018.
A empresa registou também progressos na integração de informação energética e de carbono no seu software. No primeiro semestre, 29% do software aplicável da Schneider Electric já disponibilizava este tipo de informação para apoiar a tomada de decisões dos clientes.
Reiventar a nossa Indústria
O segundo pilar centra-se na transformação da cadeia de valor e na integração da sustentabilidade no desenvolvimento das ofertas da empresa.
Durante o primeiro semestre, 27% das principais ofertas da Schneider Electric em fase de design cumpriram critérios de excelência circular e ambiental através da abordagem future-designed. Segundo a empresa, este resultado foi impulsionado pelas áreas de Gestão de Energia e Automação Industrial.
A Schneider Electric está também a alargar a sua iniciativa de descarbonização de fornecedores, denominada Zero Carbon Pathway (TZCP), a 1500 fornecedores. O programa passou a incluir, além das emissões operacionais, a medição das emissões de Âmbito 3 e da pegada de carbono dos produtos.
Durante o segundo trimestre, 15 fornecedores cumpriram os critérios definidos, relacionados com a quantificação das emissões dos Âmbitos 1 e 2, a adoção de metas de redução de emissões e o cálculo das emissões indiretas. Para apoiar este processo, foram realizadas mais de 200 sessões técnicas em direto.
Paralelamente, a implementação de novas ferramentas digitais apoiadas por inteligência artificial, como o Resource Advisor+ for Supply Chain, foi acelerada para mais de 1000 fornecedores durante o primeiro semestre.
Desbloquear o potencial humano
O terceiro pilar está relacionado com o desenvolvimento das competências, a inclusão entre gerações e o acesso à energia.
No primeiro semestre, 16% dos colaboradores experientes do grupo participaram em atividades estruturadas de desenvolvimento ou transferência de conhecimentos. O programa inclui iniciativas de requalificação, mentoria, mobilidade interna e programas destinados a especialistas e talentos seniores.
A abordagem da Schneider Electric nesta área foi reconhecida pelo Fórum Económico Mundial como um Farol do Futuro da Inclusão (Future of Inclusion Lighthouse) durante o segundo trimestre.
No âmbito do acesso à energia, 67 milhões de pessoas beneficiaram, desde 2009, de acesso a eletricidade sustentável com o apoio da Schneider Electric. Só no segundo trimestre de 2026, esse acesso foi possibilitado a mais de 2,2 milhões de pessoas, com contributos significativos de África e da Índia.
Desde 2009, a empresa ajudou ainda 1,37 milhões de jovens a adquirir competências relacionadas com eletrificação e sustentabilidade.
Capacitar as comunidades locais
O quarto pilar procura reforçar o papel das instalações da Schneider Electric nas comunidades onde estão presentes, incluindo objetivos relacionados com eficiência energética, descarbonização, circularidade, biodiversidade e impacto nas comunidades locais.
Neste âmbito, cinco instalações qualificaram-se ao abrigo do framework multicritério Impact Workplaces, um novo programa integrado no Impact 2030 que se baseia em duas décadas de trabalho da empresa na área da sustentabilidade das suas instalações.
Reconhecimento internacional
Os progressos da Schneider Electric na área da sustentabilidade continuaram também a ser reconhecidos externamente durante o segundo trimestre.
A empresa alcançou o primeiro lugar na lista World’s Most Sustainable Companies 2026, elaborada pela TIME e pela Statista, pelo terceiro ano consecutivo.
A Schneider Electric reforçou igualmente a sua presença na Global Lighthouse Network do Fórum Económico Mundial. As unidades de produção de El Paso, nos Estados Unidos, e Pequim, na China, receberam novas designações Lighthouse pelo trabalho desenvolvido com tecnologias da Quarta Revolução Industrial, incluindo soluções digitais, analítica avançada e inteligência artificial, aplicadas à eficiência, resiliência e descarbonização.
Com estas novas distinções, a Schneider Electric passou a contar com 11 Faróis Globais do Fórum Económico Mundial, dos quais seis são instalações reconhecidas pela sua sustentabilidade.
A empresa recebeu ainda o reconhecimento Future of Inclusion Lighthouse pelo seu Programa de Talento Sénior, destinado a apoiar colaboradores em fases mais avançadas das suas carreiras através de oportunidades de desenvolvimento, requalificação, mentoria e partilha de conhecimentos.
A Schneider Electric integrou também o Top 25 Global Supply Chains 2026 da Gartner, reconhecimento relacionado com os seus esforços no desenvolvimento de cadeias de abastecimento resilientes, conectadas e sustentáveis.
Em França, a empresa recebeu o Prémio Especial do Júri, “Coup de Cœur du Jury”, atribuído no âmbito dos “Prix Entreprises avec les Réfugiés”, pelo seu compromisso com a inclusão e capacitação de mulheres refugiadas.
Investimento no acesso à energia na Ásia
Durante o trimestre, a Schneider Electric anunciou ainda uma parceria para desenvolver o Schneider Electric Energy Access Asia Fund II (SEEAA Fund II), um veículo de financiamento misto destinado a apoiar empresas de energia limpa em fases iniciais no Sul e Sudeste Asiático.
O novo fundo dá continuidade ao trabalho desenvolvido pelo primeiro fundo, que investiu em 13 empresas. Segundo as projeções apresentadas, o SEEAA Fund II deverá contribuir para evitar aproximadamente 3 milhões de toneladas de emissões de CO₂, beneficiar 3,5 milhões de pessoas e apoiar a criação de cerca de 5000 postos de trabalho.
O compromisso da Schneider Electric com o investimento de impacto foi igualmente reconhecido com o prémio Social Fund of the Year, atribuído nos Sustainable Investment Awards da Environmental Finance.
“Seis meses após o lançamento do Impact 2030, estamos a fazer progressos encorajadores na transformação da ambição em ação”, afirmou Esther Finidori, Chief Sustainability Officer da Schneider Electric.
A responsável destacou ainda o reconhecimento da empresa como a Empresa Mais Sustentável do Mundo pelo terceiro ano consecutivo, considerando que a distinção reflete o impacto alcançado e o trabalho desenvolvido pelos colaboradores da Schneider Electric a nível mundial.
Segundo Esther Finidori, o Impact 2030 pretende continuar a elevar a ambição da empresa e a acelerar a integração da sustentabilidade nas diferentes áreas do negócio.
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